Sorria mais uma noite de louvor
À adoração de um medo incerto
À revelação de uma mente insana
Ao pecado de um mundo inteiro
Sorria maravilhas e vertigens e loucuras
E conheça a verdade de cada verdade
Mentiras sob vertentes escarlates ou neon
Cuspidas como vermes de um povo insano
Eles estão surdos e não querem mais ver
Não vêem que a mentira não convence
Matam, sofrem, dão graças ao quarto Deus
Eles estão mudos, não enxergam mais nada
Não respondem por seus atos, loucos
Morrerão a sofrer pela dor que não viram
1 comment:
Adorei a forma e a profundidade do poema!! Parabéns!
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